URBS responde Marcos Vieira sobre cobrança indevida na tarifa dos táxis para pessoas com deficiência


FOTO: Despnet

O vereador Marcos Vieira, (PDT), obteve retorno da URBS sobre seu requerimento de pedido de informação protocolado em fevereiro, em que questionava a forma como é feito o cálculo da cobrança de tarifa dos táxis compartilhados, que atendem Pessoas com Deficiência em Curitiba.


A necessidade do pedido surgiu após chegarem até o vereador relatos de pessoas que utilizam esta modalidade de deslocamento, e precisaram pagar valores fixos para as corridas, sem utilização do taxímetro, responsável pelo cálculo real da viagem. Segundo as denúncias, alguns motoristas têm cobrado mais de R$50 para estes deslocamentos, independente da distância ou trajeto.


Na resposta oficial, a empresa de Urbanização de Curitiba informou que a frota de táxis adaptados é composta atualmente por 12 veículos e que o método de cálculo da tarifa deve ser feito seguindo o Regulamento de Táxis de Curitiba, que resulta dos valores do taxímetro de forma a ser semelhante a tarifa dos táxis convencionais.


A empresa afirmou ainda já ter conhecimento sobre a prática de cobranças abusivas, por meio de uma denúncia feita pelo Ministério Público em 2021, a qual foi encaminhada à URBS “para ciência e providência”.


Como forma de fiscalização, a URBS alegou ter tomado medidas administrativas e orientado a fiscalização volante do modal a buscar por lugares comuns de desembarque e embarque de pessoas com deficiência para abordar os taxistas com intuito de flagrar possíveis irregularidades, as quais seriam registradas para penalizar o motorista infrator.


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