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Curitiba pode ganhar cadastro municipal de voluntários para calamidades públicas

  • há 8 horas
  • 2 min de leitura

Proposta do vereador Marcos Vieira busca organizar rede de apoio para situações de  pública no município.


Diante do aumento de eventos climáticos extremos e de situações de emergência nos últimos anos, um projeto de lei apresentado pelo vereador Marcos Vieira (PDT) na Câmara Municipal propõe a criação de diretrizes para um cadastro municipal de voluntários e instituições da sociedade civil dispostos a colaborar com o Poder Público em situações de emergência ou calamidade pública em Curitiba. A proposta prevê que voluntários, organizações sociais, entidades filantrópicas e instituições religiosas possam se cadastrar, reunindo informações sobre estruturas, equipes e recursos que possam ser mobilizados rapidamente em momentos de crise.


Na prática - Pelo projeto, o cadastro terá caráter voluntário e não criará vínculo empregatício ou obrigação financeira para o município, conforme a legislação federal sobre serviço voluntário. As instituições poderão informar estruturas, equipes e recursos disponíveis para apoio em emergências, e os dados serão utilizados pelo poder público no planejamento e na coordenação das ações, respeitando as normas de proteção de dados pessoais.



Segundo o vereador Marcos Vieira, a proposta pretende organizar informações sobre instituições e voluntários que já atuam em ações de apoio à população, facilitando a articulação dessas iniciativas em momentos de emergência. “Curitiba conta com muitas instituições e pessoas dispostas a ajudar em momentos difíceis. O que o projeto propõe é organizar essas informações para que o poder público saiba com quem pode contar e consiga acionar esse apoio quando necessário”, afirmou.


O vereador também destaca que entidades religiosas, organizações sociais e voluntários costumam ter papel importante em situações de calamidade, oferecendo apoio humanitário, estrutura de acolhimento e ajuda na distribuição de donativos. “Quando existe planejamento e integração entre o poder público e a sociedade civil, a resposta às emergências se torna mais rápida e organizada, chegando antes a quem precisa”, concluiu o propositor.


Trâmite - Após o protocolo, o projeto passa pelas etapas do processo legislativo na Câmara de Curitiba. A proposição é analisada inicialmente quanto à legalidade, segue para as comissões temáticas, onde recebe pareceres técnicos, e depois é votada em plenário. Se aprovada, a matéria é encaminhada ao Executivo para sanção e publicação, quando passa a valer como lei municipal.

 
 
 

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